Sistema construtivo reduz mão-de-obra em até 70% e o desperdício de resíduos em 20%
Com o foco no mercado habitacional, a SH construirá um prédio de 2 andares para apresentar o sistema construtivo Concreform durante a Concrete Show South America 2008. O sistema é um processo industrializado que reduz em até 70% o uso de mão-de-obra, que hoje é um dos principais gargalos da construção civil. O arrojado projeto será apresentado de 27 a 29 de agosto, no Transamérica Expo, em São Paulo.
Composto de fôrmas modulares para paredes em concreto, o Concreform substitui os tradicionais blocos e elimina as etapas de alvenaria, reduzindo os custos e os prazos da obra. Além disso, o sistema diminui em 20% a geração de resíduos dentro do canteiro de obra, principalmente madeira. As fôrmas são montadas com os vãos para as janelas e portas e também com as tubulações elétricas e hidráulicas embutidas. Após essa etapa, as fôrmas são preenchidas com concreto (convencional, celular ou auto-adensável). “Com o aquecimento do segmento imobiliário a busca por processos industrializados de qualidade e de alta produtividade passou a ser constante”, explica Cláudio Possenti, o gerente da SH.
O déficit habitacional brasileiro, estimado hoje em 8 milhões de unidades, é um dos principais problemas sociais brasileiros. Embora a reversão desse quadro dependa essencialmente de políticas públicas, o aumento de crédito bancário e as facilidades para obtê-lo têm despertado o interesse da classe média/baixa para o sonho da casa própria. “Grandes construtoras estão apostando neste sonho e buscando soluções que possam ser utilizadas em grande escala, com qualidade, rapidez e baixo custo”, conta Possenti.



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Parabéns pelo seu Blog.
Aproveito para dar uma dica sobre sistema construtivo:
Dê uma olhada em: http://www.tecwall.com.br.
Acho que é o sistema mais inteligente que há no Brasil.
Também utiliza formas de plástico, mas que não ficam incorporadas `a alvenaria e são reaproveitadas por 50 vezes.
No final, o plástico é reprocessado e começa um novo ciclo.
O que eu gostei é que a forma não requer estrutura complementar, como as de alumínio e de plástico existentes no mercado.
Grande abraço,
Bianca
23 August 2009 at 3:12 pm